Interessante entrevista, porém mostra também o ponto de vista de quem está por cima: "Quando o PC foi introduzido, havia um grande grupo que tinha e outro que não tinha". E quando foi que isso mudou?
Além deste trecho, há outro que demonstra o mesmo desconhecimento/arrogância: "Mas é importante reconhecer que não há caminho de volta". Imagino que todas os centros econômicos/bélicos/culturais das sociedades passadas e seus membros acreditavam no mesmo, ou seja, que sempre seriam superiores e que o caminho tecnológico (ou religioso, cultural, etc) que eles criaram era perene e resistir era inútil.
Penso que a democracia aqui destacada, de que "todos têm chances iguais de competir pela atenção do público, dando espaço para o talento e nada mais.", é ainda restrita à um grupo. A maior parte de nossa população desconhece e está aquém de ter acesso à estas interações.
Acredito que democracia vai além de uma visão superficial como a feita no artigo. É como se acreditássemos (e muitos de nós acreditam) que a universidade é democrática ao selecionar "objetivamente" seus alunos no vestibular. Ou seja, esquece-se toda a conjuntura sócio-econômico-cultural das pessoas.
Além disso, o "em torno do humano" do autor é contraditório com "um modelo de negócios". Ou, em outra análise, se complementam, pois é, também, através das novas formas de interação dadas dentro do conceito Web 2.0 que ocorre a tendência de consumo pós-industrial, onde cada clique, cada palavra escrita ou lida e cada imagem vista ou gerada são analisadas visando a venda de produtos agregados de imaterialidade individual.
Muito legal este artigo onde tem o testemunho de várias pessoas no Brasil realmente envolvidas na Web 2.0. Um verdadeiro furo de reportagem da Fabiana! Valeu!
E ainda diz mais. A Web 2.0 não veio pra trazer fundamentalmente mais quantidade de emissores ou falantes (apesar disso ocorrer), mas, em essência, democracia e "quem ainda duvida da Web 2.0, que se prepare para o impacto". Bom, o artigo data de 06/2007 e temos visto que funciona e cada vez mais vem ganhando adeptos.
eu sou bonita
Assisti o video inteiro! É realmente muito bom.
Uma pena ter fechado as portas no Brasil....
Bem legal o vídeo. Bastante ilustrativo.
Usei e achei bom.
Onde é que eu assino???? :-D
Tiago, eu conhecia é realmente é muito bom e emocionante!!!
Abraços
legal, inclusive tem um faculdade a distância no rio, não conheço direito, mas sei que alguns professores do PPGI dão aula no programa
Muito bom!!!! Obrigada pela referencia!
Suspeitei desde o princípio.
GT escolhido por mim
Legal Márcio ... Gostei da sugestão ...
Site interessante. gostei da idéia.
Exelente!
Muito interessante esta reunião.
Este mapa é muito bom, pois dá uma visão geral de ferramentas que podem ser usadas na educação, agrupadas por sua funcionalidade. Muito útil!
Interessante entrevista, porém mostra também o ponto de vista de quem está por cima: "Quando o PC foi introduzido, havia um grande grupo que tinha e outro que não tinha". E quando foi que isso mudou?
Além deste trecho, há outro que demonstra o mesmo desconhecimento/arrogância: "Mas é importante reconhecer que não há caminho de volta". Imagino que todas os centros econômicos/bélicos/culturais das sociedades passadas e seus membros acreditavam no mesmo, ou seja, que sempre seriam superiores e que o caminho tecnológico (ou religioso, cultural, etc) que eles criaram era perene e resistir era inútil.
Penso que a democracia aqui destacada, de que "todos têm chances iguais de competir pela atenção do público, dando espaço para o talento e nada mais.", é ainda restrita à um grupo. A maior parte de nossa população desconhece e está aquém de ter acesso à estas interações.
Acredito que democracia vai além de uma visão superficial como a feita no artigo. É como se acreditássemos (e muitos de nós acreditam) que a universidade é democrática ao selecionar "objetivamente" seus alunos no vestibular. Ou seja, esquece-se toda a conjuntura sócio-econômico-cultural das pessoas.
Além disso, o "em torno do humano" do autor é contraditório com "um modelo de negócios". Ou, em outra análise, se complementam, pois é, também, através das novas formas de interação dadas dentro do conceito Web 2.0 que ocorre a tendência de consumo pós-industrial, onde cada clique, cada palavra escrita ou lida e cada imagem vista ou gerada são analisadas visando a venda de produtos agregados de imaterialidade individual.
Muito legal este artigo onde tem o testemunho de várias pessoas no Brasil realmente envolvidas na Web 2.0. Um verdadeiro furo de reportagem da Fabiana! Valeu!
Bem legal este artigo!! Gostei muito!
E ainda diz mais. A Web 2.0 não veio pra trazer fundamentalmente mais quantidade de emissores ou falantes (apesar disso ocorrer), mas, em essência, democracia e "quem ainda duvida da Web 2.0, que se prepare para o impacto". Bom, o artigo data de 06/2007 e temos visto que funciona e cada vez mais vem ganhando adeptos.